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Justiça autoriza participação de menor em acareação
26/07/2010
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O inquérito sobre o desaparecimento e possível homicídio de Eliza Samudio completou um mês nesta segunda

O juiz da Vara de Infância e da Juventude de Contagem, Elias Abdou Obeid, autorizou a participação do menor de 17 anos, primo do goleiro Bruno de Souza em acareação com os todos os envolvidos no desaparecimento e suposta morte de Eliza Samudio, ex-amante do atleta.

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), o juiz exigiu que o menor esteja acompanhado de um advogado e de um responsável legal (pai ou mães). A Polícia Civil deverá marcar para breve a data da acareação.
 
Defesa pede habeas corpus para três suspeitos


O advogado Ércio Quaresma deu entrada nesta segunda-feira (26), no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), a pedidos de habeas-corpus em favor de três dos suspeitos de envolvimento no sequestro e suposto assassinato de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes de Souza. Os processos pedem a libertação de Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, Elenilson Vitor da Silva e Flávio Caetano de Araújo, o Flavinho. Eles serão analisados pelo desembargador Julio Cézar Gutierrez, da 4ª Câmara Criminal do TJ de Minas.
 

O inquérito sobre o desaparecimento e possível homicídio de Eliza Samudio completou um mês nesta segunda-feira. Já são pelo menos 1,3 mil páginas que, segundo o delegado Edson Moreira, que preside as investigações, possuem provas suficientes para incriminar o goleiro Bruno. O prazo inicial para a conclusão do inquérito é de 30 dias, mas devido aos pedidos solicitados à Justiça, o prazo só termina no próximo dia 5, quando a polícia ainda poderá fazer um pedido de ampliação dessa data para conclusão dos trabalhos.

 
O delegado Moreira disse ainda que espera laudos periciais para encerrar a investigação. Os depoimentos fundamentais foram os do menor J., de 17 anos, detido na casa do goleiro no Rio de Janeiro, e do primo do jogador, Sérgio Rosa Sales, 22 anos, que confirmaram a morte de Eliza. Já em outros depoimentos seguintes, eles entraram em contradição quanto aos detalhes do sequestro e do suposto assassinato.

 
A principal prova é para a polícia o sangue encontrado em uma caminhonete de Bruno, apreendida no início de junho, antes das investigações sobre a morte de Eliza, por estar com a documentação irregular. O carro passou por perícia e exames indicaram a presença de sangue da jovem e de um homem. Os suspeitos presos não forneceram material genético para exame de DNA.

FONTE: JORNAL HOJE EM DIA



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