Minas Acontece - Anastasia e Hélio Costa já disputam apoios políticos
Minas Acontece - O que acontece em Minas você fica sabendo primeiro aqui! Notícias de: Alfenas, Alterosa, Areado, Campos Gerais, Guaxupé, Juruaia, Machado, Paraguaçu, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Serrania e Varginha.

Supermercado Nobre

Minas Acontece Home    Fale Conosco  

Galeria de Fotos   |   Vídeos  

PÁGINA PRINCIPAL  |  ALFENAS  |  ALTEROSA  |  AREADO  |  CAMPOS GERAIS  |  GUAXUPÉ  |  JURUAIA  |  MACHADO  |  PARAGUAÇU  |  
POÇOS DE CALDAS  |  POUSO ALEGRE  |  SERRANIA  |  VARGINHA
Polícia       Política       Geral       Economia       Esporte       Cultura       Eventos       Guia Comercial      Contato Buscar:


Anastasia e Hélio Costa já disputam apoios políticos
09/06/2010
compartilhe:


Com a definição dos nomes dos pré-candidatos a governador, o PSDB já tem aliança com sete partidos, enquanto o PMDB conta com cinco e busca mais espaço



Com a definição dos nomes dos pré-candidatos a governador - o senador Hélio Costa (PMDB) pela base aliada e o governador Antonio Anastasia pelo PSDB- os partidos já começaram a se alinhar de forma mais clara para o embate de outubro.

Em Minas, PP, DEM, PPS, PV, PTB e PSB vão marchar com o ex-governador Aécio Neves e seu candidato ao Palácio da Liberdade (Anastasia), ambos do PSDB. Do outro lado, Costa precisará ser hábil e agir logo para manter no mesmo ninho o PCdoB, PT, PRB, PR e o próprio conjunto do PMDB, ainda melindrado com a última disputa interna.

Nesse xadrez, a incógnita, aqui, permanece com relação ao PDT, aliado na esfera nacional ao Governo Lula, mas ligado aos tucanos no plano estadual. Com o fim da regra da verticalização - que obrigava os partidos a reproduzir o modelo da aliança nacional em todo o país -, minando a força das direções partidárias, que não conseguem impor a fidelidade aos estados, existe, no caso do PDT e do PSB, a perspectiva de as duas legendas reproduzirem em Minas o chamado voto “Dilmasia” (apoio à presidenciável Dilma Rousseff, do PT, e ao pré-candidato Anastasia para governador).

No campo do PSB, o próprio prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda - eleito em função de um acordo entre o ex-prefeito Fernando Pimentel (PT) e Aécio Neves -, já teria dito ao deputado federal petista e amigo Virgílio Guimarães (cotado para ser um eventual vice de Hélio Costa), que ele não contaria com o seu voto caso Costa vencesse o embate contra Pimentel dentro da base aliada. No mesmo sentido caminharia o presidente estadual do partido, deputado Wander Borges, mais afinado com Aécio e Anastasia.

Quanto ao futuro de Anastasia, que tentará a reeleição, a sua chapa está praticamente fechada com o vice do PP, o atual presidente da Assembleia Legislativa, deputado Alberto Pinto Coelho, e o ex-presidente e ex-governador Itamar Franco (PPS) como candidato a senador ao lado de Aécio, que completaria o time majoritário ocupando a outra vaga de candidato ao Senado.

No campo adversário, o chamado ‘acordo de Minas’ - celebrado na última segunda-feira em Brasília, unindo, até agora, PT, PMDB, PR, PRB e PCdoB em torno das candidaturas de Hélio Costa (governador) e Pimentel (senador) -, ainda deixa em aberto uma vaga para o Senado, que pode vir a ser ocupada pelo PR, e o vice, que deve ser do PT. O ex-ministro Patrus Ananias (PT) pode, se assim decidir (já manifestou a disposição de não concorrer, mas também se colocou aberto às conversas), ser candidato a vice-governador ou a deputado federal.

Dentro do seu próprio ninho, o PMDB, a avaliação é de que Costa terá de ser “rápido e hábil” para conversar, assegurando, assim, um apoio efetivo ao seu nome. “Não quer dizer que iremos trabalhar contra ele (Costa), mas também não significa que estejamos todos de peito aberto na campanha”, sintetizou o ex-governador Newton Cardoso. “É preciso arrumar rápido a casa”, acrescentou.

Entre os petistas, passada a tempestade da derrota em Brasília, existe, agora, o desafio de mobilizar a militância para dar fôlego à base aliada. Pelas últimas pesquisas, embora ainda se mantenha na dianteira, Costa vem perdendo espaço para Anastasia. Sem o apoio efetivo do PT, sua candidatura correria sérios riscos. “Os aliados são sempre primordiais e bem-vindos. O PMDB é um partido fundamental tanto no Governo de hoje, quanto será no governo que virá”, conclamou nesta terça-feira (8), em nota, o presidente do PT de BH, o vice-prefeito Roberto Carvalho.

Fonte: Hoje Em Dia



compartilhe:

















New Page 8

 
Notícias >  Cultura  |  Esportes  |  Economia  |  Geral  |  Polícia  |  Política

Classificados >  Geral  |  Imóveis  |  Veículos

Home       Fale Conosco  

Fone:35 8705-5331
Todos direitos reservados.