Areado
Padrasto suspeito de matar criança de 2 anos em Areado possui histórico de atos infracionais graves em Alfenas
Adolescente de 17 anos está foragido e já teria cumprido medida socioeducativa por homicídio e tráfico de drogas; existem informações não confirmadas de que ele teria sido capturado pelo “tribunal do crime”
17 de maio de 2026
A morte do pequeno Deivid da Silva Ribeiro, de apenas 2 anos, continua causando forte comoção em Areado, no Sul de Minas. O principal suspeito do crime é o padrasto da criança, um adolescente de 17 anos, que segue sendo procurado pelas forças de segurança da região.
De acordo com informações apuradas, o jovem possui um extenso histórico de atos infracionais registrados quando morava em Alfenas. Entre as ocorrências atribuídas ao adolescente estão envolvimento com o tráfico de drogas e participação em um homicídio cometido a pedradas.
Ainda conforme registros policiais, o suspeito chegou a cumprir cerca de dois anos de internação em uma unidade socioeducativa em Belo Horizonte por crimes anteriores. Após deixar a instituição, ele voltou a viver em liberdade e, segundo as investigações, acabou se envolvendo no caso brutal ocorrido neste sábado (16/05), em Areado.
O crime ganhou enorme repercussão após a divulgação de vídeos que mostram agressões contra os irmãos gêmeos, ambos de apenas 2 anos e 2 meses. Nas imagens, o padrasto aparece agredindo as crianças com um cabo de vassoura, causando revolta em toda a região.
Deivid não resistiu aos ferimentos e morreu. Já o irmão gêmeo da vítima permanece internado em estado grave no Hospital Universitário Alzira Velano (HUAV), em Alfenas.
Nas últimas horas, começaram a circular informações extraoficiais nas redes sociais indicando que o suspeito teria sido capturado pelo chamado “tribunal do crime”. Até o momento, porém, não há qualquer confirmação oficial por parte da Polícia Militar ou da Polícia Civil sobre essa informação.
As forças de segurança continuam realizando buscas para localizar o adolescente. Informações sobre o paradeiro do suspeito podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 181 ou 190.
Por Pedro Alencar Azevedo – @pedrinhominasacontece – MAGAIVER TV